Fui ao Supercor da Beloura. Espécie de atol da sociedade de consumo num lago quase fantasma.
Tudo fechado. Lojas, restaurantes, a Casa Batalha ainda com os colares e pulseiras, intactos, nas montras. Resta uma perfumaria, uma loja de "utilidades para casa" - que deve estar prestes a fechar porque só lá vi atoalhados -, uma pequena e central cafetaria com bom serviço e os cinemas, acho.
As escadas a rolarem para meia dúzia de visitantes,
A Lanidor com coisas lindas mas pouco tocadas.
Uma mãe com uma criança no parquinho do escorrega.
Tudo fechado. Lojas, restaurantes, a Casa Batalha ainda com os colares e pulseiras, intactos, nas montras. Resta uma perfumaria, uma loja de "utilidades para casa" - que deve estar prestes a fechar porque só lá vi atoalhados -, uma pequena e central cafetaria com bom serviço e os cinemas, acho.
As escadas a rolarem para meia dúzia de visitantes,
A Lanidor com coisas lindas mas pouco tocadas.
Uma mãe com uma criança no parquinho do escorrega.
E a minha esperança de que volte a vida àquele espaço. Até sinto falta das senhoras que eu dizia serem mulheres de jogadores de futebol, muito loiras, muito enfeitadas, de pés rotundos e bem tratados a saltarem de sandálias de marca muito chique, compradas lá.


