Um frisson, sempre, estes primeiros dias do ano. A ligeira excitação da novidade e a pesada ansiedade da incertitude. Pragmaticamente vou-me segredando que isto é um bocadinho treta, estas coisas do começo de ano e tal, são datas impostas e nada muda.
Mas posso mudar eu, ainda.
Para já recuso-me solenemente a ouvir e ver noticias deprimentes. Eu sei que há crise e pessoas mal. Há algumas perto de mim. Ajudo estas e comprometo-me a continuar tão moderada como tenho sido até aqui, no que diz respeito a práticas de consumo. Tive muitos anos de crise particular. Sei o que é não poder comprar o Cerelac e/ou não poder pagar a gasolina. E não comprar bifes. Nem After Eights que há vinte anos pagavam taxas brutais de importação e eram hiper-caros...
Ficar-me-ei só por aquele acessório que não pode ser evitado.
Mas posso mudar eu, ainda.
Para já recuso-me solenemente a ouvir e ver noticias deprimentes. Eu sei que há crise e pessoas mal. Há algumas perto de mim. Ajudo estas e comprometo-me a continuar tão moderada como tenho sido até aqui, no que diz respeito a práticas de consumo. Tive muitos anos de crise particular. Sei o que é não poder comprar o Cerelac e/ou não poder pagar a gasolina. E não comprar bifes. Nem After Eights que há vinte anos pagavam taxas brutais de importação e eram hiper-caros...
Ficar-me-ei só por aquele acessório que não pode ser evitado.
