Acto I
Tem alguma dificuldade em relação à vida comum.
Vive só. Mais um cão.
Na quinta feira passada queixou-se de fortes dores de cabeça mas disse que que iria ao médico.
Na sexta feira à noite parte da família estava em alvoroço porque ele não atendia o telefone de casa e o telemóvel estava desligado.
Não havia naquele momento alguém imediatamente disponível para ir verificar in loco o seu estado.
Foi pedida a colaboração da PSP de Oeiras. A agente de serviço ao telefone imediatamente participou que iria lá mandar um carrro e que ligariam a dar notícias. E foram, mesmo. E telefonaram para a família informando que a pessoa estava viva.
Acto II
Um dos seus irmãos chegou, pouco mais tarde.
O seu estado inspirava grandes cuidados pelo que se contactou o INEM.
A operadora pediu para falar com o doente. O médico de serviço considerou que a situação não merecia o envio de uma ambulância mas transferiram a chamada para o SOS VIDA. Após um extenso inquérito uma enfermeira daquele serviço recomendou que o levassem ao Hospital S. Francisco Xavier. Um Fax seria de imediato enviado para o banco informando da necessidade de internamento.
Acto III
Foi internado em SO logo que chegou ao HSFX, onde permanece com um AVC hemorrágico grave.