De manhãzinha cedo fui à italiana bem tirada pelo Sr. Manel que tem ar de artista reformado do Verde Gaio ou porventura ex-dançarino de Teatro de Revista. À entrada, um rapazinho romeno de expressão corporal e linguarejar característico pediu-me esmola. Não dou esmolas. Ponto.
Segui caminho e dei de caras com o pai dele, sentado num jornal, de mão estendida, à entrada do talho. Entrei a vociferar contra a praga de romenos . O talhante informou-me que já tinha dado um bocado de chouriço ao miúdo. E ao pai tinha feito o favor de, a seu pedido, pôr o telemóvel a carregar.....