dimanche 30 décembre 2007

Para o Zero

Olha o'cool....perdi um amigo, grande, o maior de todos, há um ano.
Em 2006, portanto.
Quando eu estava em Lisboa via-o quase todos os dias pois morava na minha rua.
Em tempos de evasão, no verão por exemplo, ouvia-o assiduamente. Telefonavamo-nos.
Desapareceu em 6 meses.
Não preciso explicar-te o efeito da perda de um amigo.
Mas não digo que um bocado de mim morreu também porque o que de meu era dele, mantém-se inalterado.

Em Novembro de 2007 perdi outro amigo. Um amigo diferente. Com o qual não existia praticamente reciprocidade. No entanto também "morava na minha rua". Mas não nos viamos, nem nos falavamos. Lia-o. Diariamente. Eu "voyeuristicamente" percebia-lhe a alma e a forma como olhava o mundo. Foi assim como que uma amizade egoísta ...e de tão egoísta que essa parte de mim que ele levava a ver o mundo à sua maneira, morreu também.
(.....fenómenos da virtualidade...)

BOM ANO!!!!!...rico em sucesso e parco em quebras...